segunda-feira, 22 de julho de 2013

Opiniões


Este post é exclusivamente para considerar a minha opinião sobre um assunto, assunto esse que tem vindo a estar presente na minha vida, no meu dia-a-dia, dentro e fora do trabalho. Além de atormentar o meu labor e lazer, é um assunto que quero comunicar, explanar e tornar do conhecimento de quem quiser ler, de quem quiser saber o que me martiriza. 


Já tentei resolver de várias formas, umas melhores e outras piores, chegando sempre à mesma conclusão, conclusão essa que se prende às mais diversas análises que me levaram a embarcar nesta reflexão profunda e determinante para uma vida que caminha lado a lado com uma resolução, muito embora esses dois caminhos sejam, aparentemente, mais que paralelos. 

Essa resolução passa por descodificar e perceber o assunto primeiramente abordado, de forma a que encontre uma encruzilhada que me rume a novas direções, sejam elas para trás, sejam elas para a frente, mas que me desentorpeçam a razão e a parvoíce, características fulcrais para minha existência. 

Essas decisões estão dependentes de uma opinião que é minha, tendo o peso que vale para quem quiser tê-la em conta, ou não. Nesse sentido, hoje escrevo para dar soluções, para dar respostas, para elucidar-me mim e outros que, como eu, se encontram num caminho que bifurca em 4 ou mais ruelas escuras, num oxímoro sem razão aparente. 

Mas quem é que precisa de razão num mundo irrazoável? Quem precisa de lógica num mundo sem sentido? E, ao colocar estas questões, percebo que já dei demasiadas respostas aos mais curiosos e dou por findo este texto que elucida, já em demasia, as minhas opiniões sobre os temas da atualidade. 



segunda-feira, 15 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

McCoelho

E se governo cair? Assusta-me um bocado este fast-food governativo em que comemos o que nos servem sem vermos os ingredientes. Consta que, quando se está de ressaca, não há nada melhor do que comer McDonalds. Ora, o nosso governo é um MacMenu servido em ressaca eleitoral. 

Estas iguarias vão nos ser novamente servidas, numa altura em que ninguém quer comandar um barco que está a ir ao fundo. Os senhores que se seguirem, vão ser a escória, um menu onde a carne de plástico já nem tem plástico, em que o refrigerante já só tem aroma de aroma, onde uma batata frita, ao fim de um dia, é uma arma branca.

E, o pior de comer junkfood alarvemente, é que, por mais cheios que fiquemos, damos um arroto e a fome tresvariada volta a aparecer.





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"Um em cada quatro portugueses conhece uma vítima de bullying"


Um em cada 4 portugueses são do governo?


quarta-feira, 3 de julho de 2013