quarta-feira, 28 de setembro de 2011

SOS

Dear US authorities,

If you really want to catch more criminals you should check Assembleia da República and Palácio de Belém. The most dangerous people of our country have been hiding there for more than 10 years. If you could just take a few of them it would be great.

Thank you very much,

Portuguese People.

PS - Please don't say nothing to German, I feel like Merkel want's to keep them there.

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Caras autoridades norte americanas,

Se quiserem  apanhar daqueles criminosos mesmo a sério, têm que ir até à Assembleia da República e ao Palácio de Belém. As pessoas mais perigosas do nosso país escondem-se lá há mais de 10 anos. Se pudessem levar alguns deles, ficávamos muito agradecidos.

Obrigadinha pela disponibilidade,

Povo português.

PS - Por favor não digam nada à Alemanha, dá-me ideia que a Merkel quer mantê-los lá.




segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A razão de Darwin

Depois de tudo o que fomos apelidados, descobri o nome da minha geração: A Geração Darwinista.

 A minha geração viveu a infância sem computadores, internet e outras coisas que tais. Durante a adolescência adaptámo-nos facilmente a todas as tecnologias emergentes para sobreviver e conseguir comunicar num mundo que já não era o mesmo em que crescemos. Da mesma forma, o emprego deixou de ter a conotação que tinha no tempo dos nossos pais que nos educaram para lutarmos por uma licenciatura como garantia de um futuro, para encontrar uma empresa respeitável, trabalhar nela e ficar lá o resto das nossas vidas.

Enquanto crescíamos e nos licenciávamos o mundo foi mudando. Quando finalmente chegámos ao mercado de trabalho as regras tinham sido alteradas mais uma vez e, mais uma vez, tivemos que nos adaptar para sobreviver. Recibos verdes, freelancers, tirar mais um curso técnico aqui e ali para tentar complementar a nossa área, etc..

Agora apareceu a crise. Mais que nunca vamos ter que nos adaptar a uma nova adversidade onde a seleção natural vai ter um papel fundamental. Quem não recorrer à criatividade, ao risco, à aposta em alternativas, pode ser aniquilado do seu futuro, e morrer no mercado de trabalho ou ficar para trás num mundo que começa a andar mais depressa que nós. As licenciaturas que tirámos têm que ser vistas como uma ferramenta para traçar um percurso que pode ir para lá do que estávamos à espera.

Vejo muitas "espécies" que já estão condenadas, que se acomodaram a determinadas situações sem pensarem em alternativas e num futuro mais distante.

Felizmente, também há muita gente que se deu bem e tem uma vida estável. Mas seja como for, e tendo em conta as vicissitudes cada vez menos previsíveis, é sempre bom estar preparado para sobreviver, numa vida que vai sendo um Beagle à deriva.



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Aviso

Por motivos de ordem ética e de propaganda desnecessária, o Fusível Ativo recusa-se a voltar a falar de um determinado indivíduo que habita numa das ilhas do território nacional, e cuja orientação política é associada a uma determinada fruta, muito embora a sua personalidade seja associada a outra muito encontrada na sua terra de origem. 
Este aviso é válido para os próximos tempos, não sendo aplicável a um período considerado "para todo o sempre e mais além".




Pedimos desculpas pelo incómodo. 


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Bem vindo à realidade

Não é impensável para ninguém pedir patrocínios para avançar com projetos que não podemos sustentar ou que serão mais rentáveis com o apoio de um particular. Felizmente, as empresas aceitam. Muitas vezes até parte das próprias empresas criar espaços onde promovem cidadãos que se destacam, seja pela sua arte, seja pelos seus feitos como pessoas. Quando isto acontece a opinião pública aplaude. 

Quando uma câmara municipal procura financiamento, o processo é o mesmo que o comum dos mortais: ou se endivida, ou procura um patrocinador/investidor. A diferença é que a opinião pública, neste caso, revolta-se e acha errado. Nunca vi uma ação onde houvesse uma opinião positiva neste tipo de financiamento municipal. É sempre considerado mau muito embora, a maior parte das iniciativas, tenham sucesso e adesão. 

A Baixa/Chiado - PT Blue Station foi uma forma de ganhar algum dinheiro de uma forma diferente. Não acho mal e não acho horrendo, até porque só no nome da estação é que está objetivamente representada a marca. Até acho bem mais agradável este tipo de intervenções do que pejar espaços públicos com cartazes publicitários, por vezes muito agressivos (como por exemplo uma campanha terrível que tinha uma senhora a fazer um manguito em pleno largo do rato, e nem sequer estava virada par a sede do PS). 

Esta polémica que se gera sempre que surge algo diferente é normal, mas parece que as pessoas não reparam no que as rodeia. A publicidade está espalhada por toda a cidade, muito embora estejamos tão habituados a certos meios que nem damos por isso. 

Terrível é haver mais de 15 minutos publicitários nos canais 1, 2, 3, 4 quando, legalmente, não é permitido; mau gosto é deixar certas marcas fazerem campanhas e promoções agressivas perto de escolas de ensino básico; chocante é ver certas novelas, também para um público jovem, fazerem promoção descarada de certos produtos quando também não é permitido legalmente; entre outros exemplos. 

Uma estação de metro não vai matar ninguém e se esta empresa for privatizada preparem-se para a estação McDonald’s ou El Corte Inglés.



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Onzes de setembros

Desde há 10 anos que, quando se aproxima o 11 de setembro fala-se de milhares de onzes de setembro esquecidos na história da humanidade.


A perda de vidas humanas não pode ser hierarquizada, e todos os acontecimentos que se deram nesta data ao longo da história têm o seu peso.


A verdade é que, nos últimos 10 anos, não houve um acontecimento com tanto impacto no mundo ocidental como os atentados na América em 2001. Nunca ninguém pensou que seria possível engendrar um esquema de tão grande magnitude para atingir um país que, na altura, parecia intocável. Este acontecimento afetou todo o mundo quer a nível económico quer a nível de segurança. Este foi um acontecimento tirado diretamente de um qualquer guião americano, de um filme que se tivesse aparecido anos antes ninguém acreditava puder tornar-se real.


A história da humanidade estará sempre a evoluir até a humanidade acabar. Mas a memória dos acontecimentos não é infinita e há coisas que afetam mais certas culturas que outras. A informação, neste caso tem um papel crucial. Sendo que o mundo ocidental é onde estamos inseridos, os nossos órgãos de comunicação social escolheram esse como tema recorrente deste mês.


E para quem sente que os media estão a abusar do tema, mudem de canal, não comprem jornais, não participem. Só assim é que eles percebem, porque como a maior parte deste tipo de problemas, as coisas só mudam quando agimos.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Andersen Molière

Quando esta banda portuguesa entra em palco enche-o, não só por serem 7 elementos (o que ajuda), mas pelo detalhe que cada música tem. Os Andersen Molière transportam-nos para outro sítio, que não sei bem onde fica. Talvez, por isso, não seja um acaso o primeiro álbum ter nome de lugar, a "Aldeia dos Tristes", com direito a visita guiada dentro do CD (para o qual também vai um elogio pelo design).

E como destas coisas não interessa nada falar sem ouvir, oiçam aqui os Andersen Molière e comprem CDs que isso de só ter Mp3 não é bem a mesma coisa.



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A alheira frita com ovo estrelado e batata frita vs um Mcqualquercoisa

Eu proponho taxar:

- Os bitoques com mais de um ovo a cavalo;

- As pessoas que molham pão com manteiga no molho dos caracóis;

- Os gelados daquela marca americana que tem um nome a imitar as línguas escandinavas;

- As francesinhas;

- Os doces conventuais;

- O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo (muito embora não o seja).

Aliás, os gordos em geral deviam pagar mais impostos para ver se aprendem. Esqueçam a educação e a aposta em ensinar o que é uma alimentação saudável. É mais fácil acabar com a liberdade de escolha, tornando-a mais elitista. Desta forma, só quem tem dinheiro poderá ter direito a pecar no que diz respeito ao que come.

Assim temos, com certeza, um SNS autossustentável.